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abril 27, 2026

Ressurgindo

 Depois de anos, ressurjo neste obsoleto meio de escrita. O que já foi o auge na internet, hoje sucumbe no ostracismo cibernetico. Escrevo com muitos erros, pois as novas tecnologias nos destreinam a usar um singelo teclado. Destreinada na escrita, tanto na forma literal de escrever, tanto como na de criar textos. Não me sinto suficientemente motivada ou inspirada. Que alma triste em criatividade. Falta-me uma paixão avassaladora, uma inspiraçao  e tambem muita vontade. Agora por ex. Parei de acentuar as palavras porque o teclado é teimoso e quando acentuo o ã ele apaga e me irrita. Vou consequentemente deixar as  palavras que contem acento,  intensionalmente erradas. Agora tenho controle sobre meus erros de portugues, nao sao mais ivoluntarios. Queria tambem ter controle sobre meus erros em vida. Dizem que temos livre arbitrio, mas, com o passar dos tempos, fico  deseconfiada que ate o livre arbitrio faz parte de  uma  conspiraçao. Sim, sinto que vivemos em um habitat totalmente vigiados e controlados por sei la quem, como se  fossemos um experimento, o qual,  definitivamente  nao deu  certo.

     Seguimos um script no  qual nao temos informaçoes. Salvo alguns  videntes que,obviamente,nasceramcom  algum tipo de bug,  e entao, conseguem acessar algumas  informaçoes que  possam estar em algum tipo de arquivo programado. Somos uma especie de Avatar. Vivemos em  um determinado espaço,  com  a bateria programada  para durar por um tempo. Alguns  com longa duraçao, outros nem tanto. O importante  é,  nem sonhar que algo desse tipo possa existir. O que diferencia aqueles que sao praticamente dormentes dos que conseguem ter um  tipo de consciencia de que possa  existir algo alem deste avatar, é o momento de despertar. Alguns passam toda a  existencia andando para la e para ca. Criam  uma forma de se sentirem vivos. Acham que determinam seus roteiros, mas sao manipulados pelas vicissitudes.  Um acaso fabricado por aqueles que nos monitoram.

escrevi, escrevi, escrevi,,, nao saiu nada coerente.

cansei

novembro 08, 2018


                                                 DISSECAÇÃO

Disseco a tristeza, a alegria, a dor. Os tempos modernos nos bloqueiam, impedem um contato mais aprofundado com o âmago. O tempo se esvai, a humanidade se perde por entre linhas tênues de vaidades obsessivas e egoísmos pragmáticos. Desfaz-se em selfies, se auto destrói em comentários sórdidos. Não  pensa. Apenas digita sua ‘opinião’.
Disseco a futilidade que o ser humano se transformou. Disseco a superficialidade. Disseco a ilusão.
O que importa é a aparência.
Os valores invertidos se sobressaem aos princípios.
A vida se esvai.
Dentre idas e vindas do selfie de cada dia.
Apenas um prato de comida é pura expressão. Que pobreza.
Os tempos modernos são de consumo desvairado.
Consumo daquilo que não satisfaz.
Alimentando-se de egos.
Alimentando-se de vaidades.
Disseco o real.
O mar da real superficialidade que o mundo se tornou.

novembro 03, 2017

tinha doce no olhar e tormento na alma.

agosto 17, 2017

Somos uma centelha divina povoada de solidão. Esta é nossa real condição existencial.

janeiro 12, 2017

Pra quê casa quando se tem o mundo a seus pés?
To cagando pra amor romântico,
eu quero é amor de alma.

dezembro 18, 2016

Good little girls they never show it...

dezembro 11, 2016

Ela já não mais sente necessidade de ter alguém para amar.
Ela descobriu o amor próprio.

DIA

DIA
Um dia irritante de Tão BELO...

PARTY!

PARTY!
A vida é uma festa...

Formiga Lispector

Formiga Lispector
Perto do Coração Selvagem havia uma esperança intrínseca...