MUNDO PARALELO!

DESCUBRA!

RECOMENDAÇÃO!

Só não vá se perder por AÍ!

setembro 13, 2012

Paixão Segundo RI

Apaixonei-me por mim mesma.
Pensei em casar-se me...
Passado algum tempo, pedi-me a própria mão em casamento.
Não aceitei-me.
Disse-me a mim mesma que paixão é uma coisa passageira.
Chorei-me de tristeza...
Mas, enfim...
tornei-me para mim
um grande amor...

agosto 30, 2012

quem sou eu?

Eu sou um creme brûlée quebrado com uma colherinha!

agosto 23, 2012

Surtos Artísticos

Tenho um novo site:
Visitem
http://renaartista.webnode.com/

Com um novo Projeto que se chama Surtos Artísticos.
click e crie seu próprio conceito!
Rena

agosto 19, 2012



Il y a longtemps que je t'aime...

Jamais je ne t'oublierai..

agosto 14, 2012

Sobre o velho mundo



Revendo alguns textos antigos, deparei com uma escritora inspirada e dolorida. Descobri então, que o que me impulsiona a escrever são as dores. Sim, a velha e desprezível dor. Seja ela física ou emocional, mas devemos achar uma utilidade para ela. Hoje, sinto-me uma pessoa feliz e sem inspiração, renovada. Retornei do velho mundo de alma nova, foi um presente de Deus, devo ter deixado minhas dores, meu coração triste e decepcionado em algum museu de Paris. Reencontrei minha alma doce, me despedacei olhando arte. Sofri uma dor jamais antes sentida, uma dor de saudades de algo que nunca tinha visto, uma emoção que se resguardava por vidas. Resgatei uma alma esquecida diante de tanto dissabores, resgatei com ela a vida. Estou novamente impulsionada a criar, meu corpo exala sensualidade e alegria, minha criança interior, ora adormecida desperta e se põe a brincar. O velho mundo me devolveu a vida. O velho mundo me devolveu esperança, o velho mundo me fez renascer para um novo mundo de perspectivas. Enfim, a fronteira fora ultrapassada e o que restou da caminhada fora uma nova pessoa, buscando novas froteiras com novos objetivos traçados.

agosto 09, 2012

conselho

Meus momentos são vivenciados com toda intensidade, nem que seja de uma forma bizarra. O que vale é a experiência de sertir-se vivo, mesmo depois de derrotas, mesmo depois de decepções.
O ciclo da vida nos ensina que devemos sentir cada segundo de forma que nossa existência possa acabar. Devemos ser aquilo que queremos ser e fazer aquilo que gostamos. Devemos nos dar de presente a satisfação e esquecer a gaiola de carne que nos aprisiona. Ser feliz é simples. Ser feliz é deixar de dar importância para conceitos vagos que nos limitam. Ser feliz é cultivar a alegria da criança e deixar a alma velha, adulta e cheia de preconceitos de lado. Ser feliz é uma dádiva e um presente que devemos dar a nos mesmos. Somos velhos demais para acreditar em felicidade.

julho 26, 2012

julho 24, 2012

Experiência

Desconheço-me a cada dia. Minha alma intensa se mostra, se deslumbra e se desfaz. Meus passos, embora lentos são prósperos. Minha natureza calma, minha alma doce. Cultivo e exerço a paz. Desconheço o desamor. Me lanço ao mundo e descubro-me viva. Meu coração pulsa forte, reencontra a emoção. Meus dias coloridos e calmos. Meu mundo permanece intacto, sorridente, intocável, transcendendo a cada dia.
Meu coração pulsa...estou viva
a cada dia
mais viva.

julho 23, 2012

há tempos

hà temos deixei de beber chá com os fantasmas

un petit poeme

julho 21, 2012

MAGIA



A energia de um show de Madonna, poderia curar milhões de pessoas em depressão!

julho 17, 2012

...Um dia...
...Um adeus...
...Uma saudade...

junho 13, 2012

velho mundo

ando no mundo...e o mundo me segue...
o mundo esta em mim...
carrego o mundo na minha memoria.
o velho mundo é belo e notavel.
o velho mundo sou eu.

abril 20, 2012

Sometimes I'm feel so happy, sometimes I'm feel so sad...

abril 19, 2012

...Era um homem tão pobre, mas tão pobre que  ele so tinha dinheiro.

Ponto de vista

Ele não era feio.
Ele so não era bonito.

abril 13, 2012

A Descoberta

Sentia um arrepio correndo-lhe a espinha e sabia que não se tratava de uma corrente de ar, mas uma reação fisiológica, prazerosa que tomava conte de seu corpo e de sua mente. Suas mãos frias e trêmulas e seu coração pulando no peito a ponto de poder apalpá-lo. As mãos de Júlia emaranhavam-se nos cabelos longos, lisos e loiro e sua boca nunca sentira lábios tão macios, suaves e loucos de desejo.- Luana! Disse sua mãe junto à porta. – Está na hora do lanche, chame sua amiga e venha lanchar!A mãe de nada desconfiava, mas Luana sua filha adolescente, se sentindo quase adulta, estava na fase das descobertas e experiências, acabava de beijar sua amiga, e mesmo que ainda confusa sentia que havia gostado de tal experiência. Júlia, era um pouco mais velha e mais experiente, já tinha estado com outras meninas antes e sempre achou a experiência prazerosa e excitante. Luana e Júlia desceram até a sala de jantar, o lanche já estava posto à mesa. Mesa farta com pães, sucos, frutas e doces, lancharam e voltaram para o quarto, levando consigo alguns morangos, cerejas e algumas jujubas. Olharam-se nos olhos e com sorrisos maliciosos abraçaram-se e caíram na cama. Júlia deitou-se por cima de Luana e pegou um morango com a boca e insinuou que Luana pegasse de volta com a sua. Luana fez o que Júlia desejava, e aquele morango mordido fez com que a boca de Júlia escorregasse até o queixo de Luana mordiscando de leve, enquanto Luana saboreava o morango, sentindo a boca de Júlia percorrendo seu pescoço, ora mordendo, ora beijando fazendo com que Luana desejasse ainda mais aquele outro beijo que não acontecia nunca, mas que Júlia provocava intencionalmente. Luana não suportando mais a provocação de Júlia, tomou-a com desejo, arrancando-lhe um beijo com gosto, explorando sua boca com a língua, e aquele arrepio e frio na barriga que não acabava nunca. O clima esquentava e Luana esquecera de trancar a porta do seu quarto, nisso sua mãe entra abruptamente e flagra as duas seminuas e muito envolvidas. Luana e Júlia em um salto disforme levantaram-se pálidas olhando para a mãe de Luana que muda assistia o estado de choque que ambas se encontravam. Ninguém falou nada, o silêncio imperou naquele ambiente, até que Júlia com um ar sem graça, bem desgraçado juntou sua bolsa e saiu silenciosamente. A mãe nada disse, apenas olhou o quarto e falou: não esqueça de fechar a janela filha...

Quantas Teclas tem o Piano?

Quantas Teclas tem o Piano?

Era inverno, a neve cobria os campos, Betina Rentovska se sentia escravizada dentro de sua própria casa, pois o gelo bloqueava as estradas de acesso à civilização. A angústia tomava conta e Betina apenas fazia a coisa mais importante da sua vida...tocar piano....
Morava retirada da cidade mais próxima, uma pequena cidade no interior da Rússia, muitas léguas de moscou, mais próxima da região da Sibéria...tudo era difícil e isolado, na sua casa, melhor casebre não havia energia elétrica a água provinha de poços e com o inverno tinha que se contentar derretendo a neve, mesmo que ainda restava um pouco, muito pouco de lenha. Betina tinha um velho piano ja desafinado que herdara da avó materna, mas era seu alimento, nutria sua alma, Betina devorava a música, fazia com que se sentisse viva e feliz, com forças para manter sua vida triste e solitária. Os dias foram se passando, e o inverno cada vez mais rigoroso, a lenha já estava escassa, da comida só restava as pernas de uma lebre que Betina mantinha coongelada sob o gelo do quintal. Betina não tinha como sair de casa, não havia vizinhos, não havia caça, sempre calculava os mantimentos de acordo com o tempo dos invernos passados, mas nesse ano, o inverno se prolongou, Betina começava a entrar em pânico, só restava agora, apenas um tronco de lenha que dava para passar a noite. Sem aquecimento, certamente morreria congelada sob a densa camada de gelo que cobria seu casebre, pequeno e aconchegante. Deseperada, Betina vasculhou a casa em busca de objetos que poderia virar combustível, havia alguns livros velhos, alguns bibelôs de sua avó, um pequeno berço que era relíquia de sua infância. Sim, Betina ainda guardava seu berço como recordação, a única coisa que tinha, desde que seus pais foram assassinados a mando do Czar. Era de família rica e tradicional na antiga Sant Pettersburg, sua família tinha história na carreira política russa. Mas, Betina herdara a decadência, a perseguição, a degradação. Betina era a última sobrevivente da família Rentovska e vivia foragida, escondida da ditadura russa. Betina não tinha ares guerrilheiros e políticos como o pai, herdara a alma artística da mãe e da avó. Sua avó era pianista, filha de uma pianista consagrada e o dom artístico fora passando de geração em geração. O piano, era o tesouro mais precioso que a família pode salvar, veio para o casebre no meio da noite, sendo puxado por trenós, e haja cães. Mas Betina, nunca decepcionou o matriarcado, alimentava-se da música. Todas as manhãs acordava já com a música que iria executar ao piano. Tinha Chopin, Mozart, Beethoven, Puccini, Listz, Vivaldi...seu compositor preferido era Brahms, pela sutileza das obras, Brahms tinha o poder de tocar sua alma como se fosse uma pluma descendo lentamente do céu. Para Betina, Brahms era Deus se manifestando. Sentava ao piano e tocava, não só tocava, sentia a música, podia apalpar as notas, as via flutuando coloridas pelo ar, a música tinha vida e era muito colorida, suspirava e era como se sentisse as notas entrando por suas narinas e nutrindo seu corpo já debilitado pelo tenebroso inverno. Mas, Betina não se incomodava isso era apenas quimeras para ela, o que importava era a música. Aquelas partituras cujo cheiro era peculiar de tão velhas e amareladas.
Passaram-se mais alguns dias, e a comida acabou, ainda restava alguns pedaços do berço para virar combustível e Betina empalidecida de fome, começou a devorar as partituras, a primeira a ser devorada fora Mozart, Betina achava Mozart alegre e ousado, devorou Mozart com a intenção de roubar sua ousadia e sua alegria. Passou mais um pouco e devorou Chopin, Betina se identificava com o romantismo de Chopin, Beethoven para equilibrar seus lados ora agressivo ora dócil e assim foi devorando as partituras que a tinham alimentado tanto tempo. Betina não teve coragem de devorar Brahms, deixou para uma ocasião especial. E a lenha também acabara, e não restava outra alternativa a não ser queimar o piano...o PIANO....já não tinha mais comida, e o velho piano estava agora sendo destruído a machadadas para virar combustível. Betina, se sentia como se estivesse mutilando a si mesma. Cada golpe no velho piano, seu corpo sofria também, aquelas machadas cruéis, sentia doer no coração como se fossem farpas envenenadas, a sensação parecida de quando você tem uma grande decepção com alguém que você ama muito. Aquela sensação de crueldade de que você está desfalecendo aos poucos, que vai morrendo e com o descaso de ir apenas ir, sem a sorte nem de um beijo de despedida, apenas a sua solitária dor. E Betina, faminta de corpo e alma, olhou para as teclas do piano, apenas restavam as teclas inteiras...e foi devorando uma a uma, como se aquilo pudesse também alimentar sua alma, que pouco a pouco morria sem a vitalidade da música. Betina percebeu que era o seu real fim, olhou para aquele amontoado de teclas e já com pensamentos confusos pela debilitação, perguntou a si mesma...quantas teclas tem o piano? E, devorando uma a uma, lembrando da sonata em fa maior de Brahms, sentia seu corpo desfalecendo e Brahms como Deus, vibrando na sua alma....Betina desfalecia, sem mesmo a sorte de um beijo de despedida...

DIA

DIA
Um dia irritante de Tão BELO...

PARTY!

PARTY!
A vida é uma festa...

Formiga Lispector

Formiga Lispector
Perto do Coração Selvagem havia uma esperança intrínseca...